segunda-feira, 9 de agosto de 2010

APACHE


Servidor HTTP Apache
Desenvolvedor Apache Software Foundation
Última versão 2.2.3 (28-jul-2006)
Sistema Op. Multiplataforma
Gênero Servidor Web
Licença Licença Apache
Website httpd.apache.org

O servidor Apache (Apache server) é o mais bem sucedido servidor web livre. Foi criado em 1995 por Rob McCool, então funcionário do NCSA (National Center for Supercomputing Applications), Universidade de Illinois. Numa pesquisa realizada em dezembro de 2005[1], foi constatado que a utilização do Apache supera 60% nos servidores ativos no mundo.

É a principal tecnologia da Apache Software Foundation, responsável por mais de uma dezena de projetos envolvendo tecnologias de transmissão via web, processamento de dados e execução de aplicativos distribuídos.

O servidor é compatível com o protocolo HTTP versão 1.1[2]. Suas funcionalidades são mantidas através de uma estrutura de módulos, podendo inclusive o usuário escrever seus próprios módulos — utilizando a API do software.

É disponibilizado em versões para os sistemas Windows, Novell Netware, OS/2 e diversos outros do padrão POSIX (Unix, Linux, FreeBSD, etc).

Etimologia

Existem duas razões para o nome Apache. A primeira é uma óbvia referência a nação Apache, tribo de nativos americanos que tinha, em combate, grande resistência e estratégias superiores. Isso seria uma alusão à estabilidade do servidor Apache e à sua variedade de ferramentas capazes de lidar com qualquer tipo de solicitação na web. A segunda razão, que é aceita popularmente mas considerada incorreta pelos autores do software, vem de a patchy, que em inglês significa algo como um pequeno remendo, ou melhoria no software - o Apache foi criado sobre códigos já existentes aos quais foram adicionados diversos patches.

Surge uma terceira explicação para o nome com o lançamento do Tomcat[3], um sistema auxiliar ao Apache que cuida basicamente de processamento de aplicativos em Java

Segurança

Para garantir segurança nas transações HTTP, o servidor dispõem de um módulo chamado mod_ssl, o qual adiciona a capacidade do servidor atender requisições utilizando o protocolo HTTPS. Este protocolo utiliza uma camada SSL para criptografar todos os dados transferidos entre o cliente e o servidor, provendo maior grau de segurança, confidencialidade e confiabilidade dos dados. A camada SSL é compatível com certificados X.509, que são os certificados digitais fornecidos e assinados por grandes entidades certificadoras no mundo.

Configuração

O servidor é configurado por um arquivo mestre nomeado httpd.conf e opcionalmente podem haver configurações por cada diretório utilizando arquivos com o nome .htaccess, onde é possível utilizar autenticação de usuário pelo próprio protocolo HTTP utilizando uma combinação de arquivo .htaccess com um arquivo .htpasswd, que guardará os usuários e senhas (criptografadas)

SAMBA, Viva o compartilhamento!




O Samba é basicamente um servidor que possibilita o compartilhamento de arquivos e acesso a compartilhamentos em máquinas Windows. Ele esta dividido em dois módulos, o servidor Samba em foco dito e "smbclient", o cliente que permite acessar compartilhamentos em outras máquinas. Usando o Samba, o servidor Linux se comporta da mesma forma que uma máquina Windows, compartilhando arquivos e impressoras e executando outras funções, como autenticação de usuários. Você pode configurar o Samba até mesmo para trabalhar como um controlador de domínio.

Para que serve o servidor Samba?

Além de ser um ótimo compartilhador de arquivos entre rede Microsoft/Linux/Unix, o Samba permite que o servidor atue como PDC (Primary Domain Controller), um controlador primário de domínio onde o computador na rede terá um usuário e senha de acesso ao servidor e seus arquivos pessoais e configuração ficarão salvos apenas no servidor, porém o foco deste artigo é aprender como compartilhar uma pasta para outros computadores, tanto Linux como Windows em rede.

Instalando o servidor Samba


Ao abrir o "Gerenciador de Pacotes" > "Synaptic", clique no botão "Recarregar" e aguarde finalizar o download dos índices de repositórios.

Finalizado o download, clique no botão "procurar", digite samba, altere o tipo de busca para apenas "nome" e clique em "procura".

Será mostrado o item "samba" com um quadrado branco a sua frente, clique em cima do quadrado branco e nas opções que aparecem clique em "Marcar para instalação".

Na tela "Aviso", clique no botão "Marcar".

Em seguida clique no botão "Aplicar", em "Resumo" clique em "aplicar" e aguarde o processo de instalação finalizar.

Ao finalizar a instalação será mostrada uma tela indicando que as mudanças foram aplicadas, clique no botão "fechar".

Para indicar que o pacote foi instalado corretamente, no Synaptic o quadrado branco passa a ficar verde. Feche a tela Gerenciador de Pacotes - Synaptic.

Através do shell (terminal):

Para instalar os pacotes do Servidor Samba, clique no menu "Insigne" e clique em "Mais aplicativos", na tela que aparece "Browser de Aplicativos" clique em "Terminal como root", caso seja solicitado a senha de administrador, digite sua senha, por padrão a senha é insigne, caso não tenha sido alterado e clique no botão ok.

No terminal digite o seguinte comando:

# apt-get install samba samba-client samba-comom

Aguarde finalizar o download e a instalação dos pacotes em seguida feche o terminal.

I Pê Vê 4


O IPV4 é um protocolo de rede responsável por gerenciar os enderesços dos hosts da rede possuindo endereços com 32 bits (quatro octetos). O V4 significa que essa é a versão 4 do IP, porém essa versão irá ser substituída posteriormente pela verção 6 (IPV6) que foi desenvolvida para se conseguir endereçar mais hosts e ter maior segurança.



Destrinchando endereços IP
Vamos vê apenas IP com máscara de classe C:

IP: 200.190.30.28

Mascara: 255.255.255.192



Para saber quantos hosts por sub rede vamos ter com essa mascara basta:

256 número total de hosts possíveis

- 192 útimo octeto da máscara

064 - 2= 62 número resultante (hosts por sub-rede)



256 |64


4 sub-redes



Mas qual será o Futuro do IPV4 se você quer descobrir klika aki !!

sábado, 31 de julho de 2010

Introdução ao Postfix


OLÁ MIHA GALERA DA LIBERDADE, SALDAÇÕES LIVRES A TODOS !! depois de algum tempo sem posts... vamos retomar com o Postfix nestelink vocês vão ver como e rapido e facil instalar esse programa tão util!!! espero que gostem !!!

sábado, 20 de março de 2010

DHCP Configuração de Hostdinamico


O DHCP, Dynamic Host Configuration Protocol, é um protocolo de serviço TCP/IP que oferece configuração dinâmica de terminais, com concessão de endereços IP de host e outros parâmetros de configuração para clientes de rede. Este protocolo é o sucessor do BOOTP que, embora mais simples, tornou-se limitado para as exigências atuais que requer dos serviços cada vez mais robustez e segurança para os clientes .
Para aprender a configurar o DHCP clik aki !

Roteador Zebra


Já imaginou seu Linux funcionando como um roteador CISCO? Isso é possível? Por mais incrível que possa parecer sim ! utilizando um software chamado ZEBRA você conseguirá transformar seu Linux em um roteador clik aqui e veja como e simples instalar esse software que vai facilitar a sua vida

segunda-feira, 8 de março de 2010

RESPONDENDO AS PERGUNTAS BÁSICAS!

RESPONDENDO AS  PERGUNTAS BÁSICAS!

1. Explique qual é o papel da camada de transporte.
A função  da camada de transporte é aceitar dados da camada de sessão, quebrá-los em unidades
menores se necessário, passar estes para a camada de rede e assegurar que todas as peças chegarão
corretamente no extremo. Protocolos de transporte são utilizadoss para estabelecimento, manutenção e liberação de conexões de transporte que representam um caminho duplo para os dados entre dois endereços de transporte. O modelo OSI define três fases de operação dentro da camada de transporte :  Fase de estabelecimento, Fase de transferência e Fase de terminação.

2. Explique como funciona a técnica three-way handshake para estabelecimento de conexão de transporte.
three-way-handshake é a forma que uma conexão TCP se realiza. Chama-se assim porque ocorre em 3 etapas:

1. O cliente manda uma requisição (SYN).
2. O servidor responde com SYN-ACK (quer dizer que aceitou o protocolo e estabeleceu a conexão).
3. O cliente envia as informações em forma de "pacotes".

Quando essas 3 fases acontecem, significa que o cliente e o servidor "chegaram a um acordo" e estão conectados.
a imagem abaixo mostra o funcionamento.

3. Compare TCP e UDP.
TCP e UDP, que são meios utilizados por softwares e serviços do sistema operacional para a comunicação em rede e, conseqüentemente, na internet.
Dentro do protocolo TCP nos temos mais segurança pois existe uma checagem dos pacotes a serem enviados a isto da-se o nome de verificação de integridade dos dados, também e utilizado um metodo preferencial de transporte baseado em seções. Enquanto no UDP não há procedimentos de verificação no envio e recebimento de dados algum pacote não for recebido, o computador de destino não faz uma nova solicitação


4. TCP é orientado a conexão, assim os pacotes seguem pela mesma rota da origem para o destino. Isto é verdadeiro ou falso? Explique.
È verdadeiro pois e uma conexão fim à fim, fascilitando o envio de pacotes caso estes contenham erros deixando a rede mais livre direfente de outros processos que não estabelecem esta conexão.

5. Como uma aplicação TCP/IP encontra a a outra num processo de comunicação via rede? Explique.
O processo completo parte do hostname.

A aplicação solicita ao servidor DNS a resolução do nome do host (hostname) em um endereço IP. Esse processo é feito através da porta 53, o cliente solicita ao DNS o IP associado ao hostname.

De posse do IP da outra estação/servidor (obtido pelo DNS ou informado manualmente de alguma outra forma), a aplicação agora vai verificar se esse IP está na mesma sub-rede ou está em outra rede. Isso é feito aplicando-se a máscara de rede ao endereço IP do destino. Se o resultado da combinação endereço-do-destino + máscara-de-rede for igual a combinação endereço-do-emitente + máscara-de-rede significa que estão na mesma sub-rede. Nesse caso, busca-se via protocolo arp o mac address, o endereço físico do destino. De posse do mac address, a mensagem é enviada diretamente para esse mac address.

Se, após o arp, chegar a conclusão que o endereço é de outra rede, obtem-se o mac address do gateway que serve aquela rede (normalmente o roteador). A mensagem então é transmitida para o gateway que se encarregará de repassar para o gateway do gateway, e dele para o gateway do gateway do gateway e assim por diante até que um certo gateway estará na mesma sub-rede do computador destino e aí ele repassa a mensagem diretamente para o destinatário.
6. O cabeçalho TCP possui tanto um número de sequência como um número de confirmação. Discuta o motivo disso explicando a função da cada um
O cabeçalho TCP possui um parâmetro que permite indicar o espaço livre atual do receptor

7. O que é um socket?
Uma ferramenta que cria um elo de comunicação bidirecional entre dois programas, pode também fazer  mapeamento diretamente a uma porta de transporte (TCP ou UDP) e mais um endereço de rede.

8. Em que consiste o ataque conhecido como SYN-flood?

SYN flood ou ataque SYN é uma forma de ataque de negação de serviço (também conhecido como Denial of Service – DoS) em sistemas computadorizados, na qual o atacante envia uma seqüência de requisições SYN para um sistema-alvo.

Quando um cliente tenta começar uma conexão TCP com um servidor, o cliente e o servidor trocam um série de mensagens, que normalmente são assim:

  • O cliente requisita uma conexão enviando um SYN (synchronize) ao servidor.
  • O servidor confirma esta requisição mandando um SYN-ACK(acknowledge) de volta ao cliente.
  • O cliente por sua vez responde com um ACK, e a conexão está estabelecida.


Fonte: http://www.infowester.com/portastcpudp.php
http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20080901185532AAR5Y1j
http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20090709152946AAWG9L2
http://pt.wikipedia.org/wiki/Transmission_Control_Protocol
http://juancarloscunha.wordpress.com/2009/11/09/tutorial-ataque-syn-flood-explicacao-syn-flood-como-funciona-o-syn-flood-o-que-e-syn-flooding/